WFSA O membro do conselho, Dr. Pedro Ibarra, realça a necessidade de os estados membros da OPAS melhorarem a gestão das infeções perioperatórias para concretizar os Planos de Ação contra a Sépsis.

WFSA Declaração da NSA sobre o ponto 4.2 da Agenda – Estratégia e Plano de Ação para Diminuir o Impacto da Sépsis na Região das Américas 2025–2029.
A Federação Mundial das Sociedades de Anestesiologistas ( WFSA A OPAS congratula-se com a Estratégia e o Plano de Ação da OPAS para Diminuir a Carga da Sépsis na Região das Américas 2025–2029.
Como salientado, a sépsis continua a ser uma das principais causas de morbilidade e mortalidade em toda a região. Com uma expertise que abrange o bloco operatório, os cuidados perioperatórios, os cuidados intensivos, os cuidados de emergência e a recuperação pós-operatória, os anestesiologistas estão na vanguarda dos esforços para combater a sépsis. Os anestesiologistas desempenharão um papel vital na implementação deste plano de ação.
O WFSA Além disso, destaca a importância da gestão eficaz das infeções do local cirúrgico (ISC) e da gestão do sangue do doente (GSP) como componentes centrais do plano de ação para a sépsis.
Para que o plano de ação contra a sépsis seja bem-sucedido, é fundamental reforçar os serviços de anestesia e garantir o envolvimento dos anestesistas na conceção e implementação deste plano.
Para implementar eficazmente a estratégia de sépsis WFSA Apelo aos Estados-membros da OPAS para que:
- Alargar os programas de educação e formação: Os Estados-Membros devem investir no crescimento e no reforço da força de trabalho em anestesia, aumentando a disponibilidade de oportunidades de formação para incutir as mais recentes técnicas de controlo de infeções e de gestão da sépsis.
- Melhorar os protocolos de cuidados perioperatórios: Os Estados-Membros necessitam de apoiar o desenvolvimento e a aplicação de protocolos de controlo de infeção perioperatória que incluam a profilaxia antibiótica adequada para a infeção do local cirúrgico, técnicas estéreis e preparação do doente.
- Implementar estratégias de gestão do sangue do doente: A otimização da gestão do sangue do doente reduz a necessidade de transfusões de sangue, que podem aumentar os riscos de infeção e contribuir para a sépsis.
- Desenvolver orientações nacionais sobre a sépsis: Os anestesistas devem contribuir para o desenvolvimento de orientações nacionais sobre a prevenção e o tratamento da sépsis, particularmente em contextos perioperatórios e cirúrgicos.
- O WFSA Aguarda com expectativa a oportunidade de trabalhar em estreita colaboração com a OPAS e os seus Estados-Membros para apoiar a implementação desta estratégia essencial.
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